quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Noite de abertura - Expo Elvis 2010




Foi com muita honra e alegria que abrimos a Expo Elvis 2010.
Apesar de ser uma homenagem triste, pois lembramos os 33 anos da morte do Rei do Rock and Roll ao mesmo tempo somos felizes por saber que apesar de ter passado muitos anos Elvis ainda é amado e faz muito sucesso!
A grande surpresa ficou por conta da Chef Mariana de Castro que preparou para os convidados e presentes o lanche preferido do Elvis para a degustação.
Tivemos a participação efetiva de todos que além de prestigiar e aplaudir também cantaram comigo os grandes sucessos do Rei.
Lembrando que estarei na Expo Elvis todos os dias de segunda a sexta das 13h00 às 16h30 para conversar com os fãs e admiradores e no último dia da Expo, isto é, terça-feira 31 de agosto às 20h00 haverá uma apresentação para somente 60 pessoas que já podem reservar o seu lugar!
Tudo Grátis!

Abraço a todos!

E Viva... O Eterno Rei!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Expo Elvis 2010


Entrada Gratuita
18 a 31 de agosto.
De segunda a sexta das 9h00 às 16h30.
Local: Palacete Scarpa - Rua Souza Pereira, 448 - Centro - Sorocaba - SP - Brasil
Informações: (15) 3211 2911

Venha conhecer a grandiosa obra do Rei do Rock and Roll!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Elvis Presley


... um homem só morre quando é esquecido!
33 anos de saudade!
Viva o Rei!
Para sempre Elvis!

Elvis Presley morria há 33 anos. Será mesmo?

Por NINA RAMOS - MSN entretenimento

RIO DE JANEIRO - Uma vez uma pessoa disse que a gente só morre mesmo quando é esquecido. O corpo, ou seja, a matéria, pode até acabar. Mas enquanto tiverem pessoas que se lembrem de nós e para quem ainda façamos alguma diferença, mesmo que de outro plano, estaremos vivos. E fã incondicional tem disso. Fã que é fã tem aquele negócio de não “deixar” o ídolo morrer nunquinha.

Prova é o que não falta por aí. Mas nesta segunda-feira (16) vamos destacar uma em especial. Há 33 anos o mundo perdeu um dos maiores artistas que já passou por aqui: Elvis Presley. E mais vivo que ele, só Michael Jackson, que causou tanta comoção quanto Elvis no dia de sua morte.

A frase “Elvis Não Morreu” virou jargão e caiu na boca do povo. Isso porque seguidores do cantor simplesmente não conseguiram acreditar que tinham perdido – será que perderam mesmo? – o ídolo de forma tão duvidosa. O dia 16 de agosto de 1977 continua confuso, e os acontecimentos em Graceland nunca mais foram explorados.

O que se sabe é que um dia antes de morrer, Presley foi ao dentista tarde da noite. Ele chegou em casa, se distraiu um pouco e foi deitar por volta das quarto horas da manhã. Por volta das 10 horas, o cantor teria levantado para ir ao banheiro e pronto. Uma lacuna se formou a partir deste ponto até 14 horas, quando o corpo foi encontrado por Ginger Alden, namorada de Presley na época.

Muitos afirmam que, assim como Michael Jackson e outras estrelas do showbizz mundial, Presley era viciado em medicamento e sofreu um colapso fulminante associado à disfunção cardíaca. A lenda mais famosa é que o artista queria fugir de tudo e todos e fingiu a própria morte. Presley pode até já ter morrido, para os crentes desta lenda, mas não foi na data de 16 de agosto. Segundo contam por aí, ele estaria vivendo tranquilamente em uma ilha deserta, afastado de tudo e todos.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

“I Just Can't Help Believing”




Eu simplesmente não posso deixar de acreditar que Elvis realmente não morreu.
Ele é eterno através das imagens que deixou, do estilo, das canções, da voz e de toda a emoção que está em torno deste nome mágico: Elvis Presley.
Passei a semana inteira preparando o show que foi uma homenagem dupla; 33 anos sem o Rei do Rock and Roll e 40 anos do filme Elvis é Assim, “That’s The Way It Is”.
Na metade dos anos 80 ganhei do meu querido pai o LP “On Stage” e logo depois comprei com o dinheiro que a minha querida avó Ruth me deu o LP “That’s The Way It Is”.
Mesmo antes de saber “cantar” eu sempre sonhei em um dia fazer uma apresentação com as canções desses dois discos que estão entre os meus preferidos. Eu passava às vezes a tarde inteira sozinho em casa cantando juntamente com Elvis as canções desses discos e somente 25 anos depois realizei o sonho. É por isso que sempre falo: “nunca é tarde...”.
Eu sei que muitas pessoas que estão lendo esse blog devem estar pensando que na realidade não é uma semana que preparei a apresentação e sim muitos anos!!! Essas pessoas têm razão!
Mas veja bem, apesar de ter “ensaiado” por muitos anos ainda tive que ler algumas letras para não errar (é por isso que falo sempre que sou um “couve” e não um “cover” do Elvis).
Muito emocionado quando acordei, o coração batendo a mil e tentando a concentração ao máximo para não atrasar e começar como foi programado o evento às 11 horas da manhã (Começou no horário).
Com um público maravilhoso que foi até a pista de caminhada do Parque Campolim sabendo que o show era para fãs, cantamos juntos: “Release Me”, “Just Pretend”, “In The Ghetto”, etc. Confesso que não foi a minha melhor apresentação, pois alguns fatores contribuíram para tal: a emoção de homenagear Elvis em uma data triste, a realização de mais um sonho, musicas “novas” que nunca apresentei ao vivo e o fator principal que era de manhã e a voz ainda não estava acordada.
Trajando uma das réplicas dos famosos macacões usados por Elvis no filme “Elvis é Assim”, no caso aquela cheia de franjas (o seu nome original é “Fringe Suit”), uma roupa muito bonita e que chama bastante a atenção, feita com muito amor e dedicação pela minha querida esposa Tânia, entrei para cantar com uma motocicleta para já demonstrar ao público a descontração e irreverência que só o Rock and Roll tem.
Como habitualmente faço há dez anos, brinquei comigo mesmo, com o pessoal da produção do Carlos Madia, com o público e convidei para cantar o meu amigo Carlinhos, o Xandelvis e qualquer um que desejasse fazer parte do show.
Até o papagaio da minha mãe subiu no palco mas desta vez ele (“Zezinho é o seu nome”) não cantou “Johnny B. Goode” como faz sempre.
Agradeci o público e cantei “Can’t Help Falling in Love” e “See See Rider” para subir na motocicleta e seguir o meu caminho em direção a felicidade que naquele momento dominava o meu coração. Juntamente com o vento que batia no meu rosto eu agradecia mais uma vez a Deus, a Elvis, ao meu pai (afinal era o dia dos pais) e a todas as pessoas que me apoiaram e me ajudaram a realizar mais uma homenagem ao sempre Eterno: Elvis Presley.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

33 anos sem Elvis Presley ao vivo!



Veja as homenagens preparadas em Sorocaba - S.P. - Brasil para os 33 anos sem Elvis Presley ao vivo.
Venha prestigiar e participe.
*Domingo dia 08 de agosto às 11h00 no Parque Campolim - Show com Dalizio Moura
ENTRADA FRANCA

É isso aí! Mais uma homenagem ao meu grande ídolo Elvis!
Estamos preparando um grande show para este domingo, dirigido especialmente para quem é fã.
Aproveitando os 40 anos do filme “That’s The Way It Is” (Elvis é Assim) o visual, o repertório e a atitude serão na mesma linha do periodo, isto é, 1970.
Tenho certeza que muita gente legal vai estar por lá para prestigiar a nossa homenagem ao Rei. Confesso que a emoção que vai tomar conta de mim nesse dia será a tristeza, mas vou tentar controlar através das canções alegres que escolhi para o evento.
Quem tiver motocicleta e quiser juntar-se a mim no auto Posto Esso às 10h00 que fica próximo ao local do show pode vir que vai me fazer feliz e assim me acompanhar até o local do evento.
Espero que os fãs gostem, até domingo!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

“Elvis é música!”




Mais uma vez fui surpreendido pelo público.
Convidado pelo Werinton Kermes para participar do Projeto Vozes Periféricas que foi realizado pela primeira vez na cidade de Sorocaba dos dias 23 até o dia 25 de julho no Parque das Laranjeiras, preparei então um repertório praticamente só de canções super conhecidas do Elvis para o público que eu esperava não conhecer tanto assim a obra deixada pelo Rei: Tutti-Frutti, Kiss Me Quick, Blue Suede Shoes, etc.
A minha apresentação foi marcada para o domingo dia 25 de julho às 20h30 logo depois da apresentação do ótimo cover do Roberto Carlos, o cantor Guimarães. Fui muito bem recebido pelas pessoas e principalmente pelo público que com muita alegria e participação ativa me passou uma energia contagiante. Com muito respeito, as pessoas me pediam músicas e aplaudiam a cada inicio de canção cantando juntamente comigo. Assim foi com “Tutti-Frutti”, “Always on My Mind”, “Suspicious Minds”, etc.
Em certo momento uma menininha que estava na minha frente gesticulava e gritava algo que eu não conseguia entender. Foi então que no intervalo de uma canção para outra coloquei a criança no palco juntamente comigo e perguntei o seu nome; Tainá!Ela me pediu para dançar o “Rebolation”.
Prontamente eu disse que o Elvis já executava essa dança há cinqüenta anos atrás, mas que tudo bem e que eu dançaria sem problemas. Foi quando a maioria do público (aproximadamente mil pessoas) começou a contestar e protestar gritando para eu não dançar e em coro diziam;
“Elvis é música!”
Fiquei sem palavras pelo gesto nobre e aplaudi o público agradecendo pelo respeito ao ídolo que naquele instante eu estava representando.
Após mais duas canções o público novamente se manifestou indicando um garoto que estava próximo ao palco e novamente fiz subir mais um junto a mim.
Perguntei o seu nome: Guilherme, nove anos!
Você gosta do Elvis? Tenho vários cds.
Você canta alguma? Sim. E cantou: “Love Me Tender” e “Tutti-Frutti”. Mais uma vez surpreso aplaudi o garoto juntamente com o público que vibrava.
Cantei 20 sucessos do Eterno Rei do Rock and Roll que mesmo depois de 33 anos após a sua morte física continua aumentando a sua força imortal, através da sua imagem, musica e comportamento no palco.
Essa apresentação em um bairro de uma cidade do interior paulista provou que ainda há esperança em termos de resgate cultural e que temos a obrigação de levar mais informações para as pessoas, que como percebi são tantas e estão cansadas da “pobreza” musical que assola esse mundo, por isso ainda procuram desesperadamente por artistas que são autênticos e não produtos da mídia e que acima de tudo sentem na alma o motor principal para o sucesso eterno: O Amor!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Tributo a Elvis no Projeto Vozes Periféricas


Dalizio Moura canta no Projeto Vozes Periféricas que realiza atividades em Sorocaba

Quando? Domingo dia 25 de julho às 20h30
Onde? No Pátio da Igreja Cristo Rei
rua Oswaldo Gonçalves dos Santos, 97
Pq. das Laranjeiras - Sorocaba - SP
Quanto custa? Entrada Franca

sexta-feira, 16 de julho de 2010

15 / 07 / 2010: "Magic Moment" !


Rock and Roll é irreverência, alegria e principalmente energia!
Todos esses elementos não faltaram nesta quinta feira dia 15 de julho de 2010 na Usina Cultural de Sorocaba City. Foi muito bom.
Passei à tarde na minha “toca” (quarto com fotos, cds, dvds, equipamentos de som e oxigênio musical) ouvindo Elvis, The Beatles e Rolling Stones com a canção “Satisfaction”, na qual o baixista da Beat City Band, João Caramez me pediu para cantar no encerramento do show sem ensaio mesmo. Fiz uma improvisação e assassinei a musica, mas nessa altura da apresentação ninguém se importava mais com erros e sim com a energia que contagiava até os vidros das janelas seculares do local que tremiam com a potência do som!
O evento começou às 20h00 com a minha entrada aos acordes magistrais de “Also Sprach Zarathustra”, poema sinfônico composto em 1896 pelo alemão Richard Strauss (1864 - 1949), que nunca poderia imaginar que seria utilizada em um show de Rock and Roll 114 anos depois, a sua introdução tornou-se muito conhecida por ter sido usada como tema musical no filme 2001: A Space Odyssey, de Stanley Kubrick, de 1968 e principalmente antes dos concertos que Elvis realizou nos anos 70.
Todo o público esperava o meu ingresso pelas cortinas de veludo na cor preta que estavam atrás do palco... mas entrei para a surpresa de todos pelo ingresso principal causando um resultado de aplausos e risos do público!
E foi nessa linha de irreverência que cantei três canções com o play back (acompanhamento musical através do c.d.) “See See Rider”, “Proud Mary” (Creedence Clearwater Revival) e “Suspicious Minds”. Depois de uma breve introdução na qual falei um pouco sobre a origem do Dia Internacional do Rock and Roll, chamei para então me acompanhar ao vivo a Beat City Band (The Beatles) e assim fizemos a nossa homenagem aos “Deuses do Rock and Roll” cantando: “That’s All Right Mama” (considerada para muitos como um marco na história da música pop), “Johnny B. Goode” (Chuck Berry), “Tutti - Frutti” (Little Richard), “Heartbreak Hotel” (Elvis), “Hound Dog” (fizemos uma versão Blues e uma Rock and Roll) e “Blue Suede Shoes” (Carl Perkins) com “Whole Lot-Ta Shakin’ Goin’ On” no final da canção para fazer uma homenagem também para Jerry Lee Lewis.
É claro que faltou muitos nomes como Fats Domino, Bill Haley & His Comets, Johnny Cash, Buddy Holly, Roy Orbison, etc., mas apesar de não ter cantado os seus sucessos fica aqui a minha lembrança.
Deixei o palco e fui para os camarins tomar uma água e descançar um pouco para a Beat City Band continuar o show tocando os grandes sucessos dos The Beatles! : All My Loving, And I love Her, Back In The U.S.S.R., Come Together, Day Tripper, Eight Days A Week, Get Back, Help! Etc.
O público aplaudia com muito entusiasmo quando voltei ao palco para ainda ouvir “While My Guitar Gently Weeps” e “Something” com solos de guitarra executadas com maestria por Felipe.
Com muita alegria entre nós pobres mortais que estávamos no palco cantamos juntos ainda “Twist And Shout” (com Mauro Roseira como vocal líder), “Satisfaction” (com o André me ajudando no vocal, mas mesmo assim assassinei o grande sucesso dos The Rolling Stones) e a suposta ultima canção com o público (com Fabio como vocal líder) “Hey Jude”.
As pessoas queriam mais (já fazia quase duas horas de show) e então reprisamos um clássico do Rock and Roll: “Blue Suede Shoes”, para assim fechar com chave de ouro um momento mágico e emocionante que realizei diversas vezes através de sonhos quando ainda era um adolescente sorocabano.

Parabéns para todos nós!
Viva o Rock and Roll (se depender de nós: Rock and Roll Never Die)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia Mundial do Rock and Roll


Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transimtido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.

Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
E como nós aqui da cidade de Sorocaba - S.P. - Brasil, não poderiamos deixar de lembrar essa data importante. Por isso realizaremos nesta quinta-feira dia 15 às 19h30 um show representando os maiores nomes do Rock and Roll, isto é, o Rei Elvis Presley e os Reis The Beatles.
Particularmente aqui no Brasil estou realizando essa homenagem ao Rock desde 2007, sempre convidado pela Secretaria da Cultura da Prefeitura de Sorocaba.
Viva o Rock and Roll!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

10 anos de carreira!



Há exatamente 10 anos atrás eu realizava na cidade de Montesilvano - Pescara - Itália, a minha primeira apresentação como “cover” do Elvis Presley.
A minha paixão pela musica teve inicio logo quando nasci, isto é, está no meu D.N.A. (instruções genéticas que recebi principálmente do meu pai), comecei a me interessar por musica com mais ou menos 12 anos de idade e me tornei “oficialmente” fã do Elvis em 1985 (16 anos).
Comecei a fazer lições de violão no dia 13 de maio de 1989, a primeira canção foi “You’ve Got To Hide Your Love Away” dos Beatles, a segunda foi “Johnny B. Goode” do Chuck Berry. Por esse inicio já dá para perceber que a minha alma é Rock and Roll.
O tempo passou, servi o exército (1988) e fiz faculdade de Educação Fisica (1989) em Sorocaba, sempre acompanhado por musicas maravilhosas, cantadas e tocadas por meus idolos;
Elvis Presley, The Beatles, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, Fats Domino, Chuck Berry, Little Richard, Bill Haley e Seus Cometas, Roy Orbison, Ray Charles, etc… e os brasileiros que mesmo não sendo da linha do Rock and Roll;
Raul Seixas, Erasmo Carlos , Jerry Adriani, Eduardo Araújo Elis Regina, Jair Rodrigues, Roberto Carlos, Os Mutantes: Rita Lee, Caetano Veloso , Titãs, Os Paralamas do Sucesso , Legião Urbana e Renato Russo, Blitz, Eduardo Dusek, Ultraje a Rigor, etc.
Portanto quando fui morar na Itália em 1992 levei comigo essa paixão e lá comecei um processo lento de tentar ingressar no mundo do espetáculo através da musica.
Em 1995 participei do meu primeiro Festival na cidade de Loreto Aprutino (Itália), cantei usando botas, cinturão e jaqueta de couro com franjas uma versão country de “Kiss Me Quick” que eu mesmo fiz o arranjo. Classifiquei-me em primeiro lugar pela critica e segundo na soma total dos votos.
Tentei seguir um caminho alternativo na musica, isto é, me exibindo tocando violão, apresentando um repertório variado com canções próprias, sucessos clássicos e atuais, porém nada mudava na minha vida artística.
No verão europeu do ano 2000, fui contratado pelo proprietário da Pizzaria Europa que se localiza no calçadão da praia da cidade de Montesilvano, para realizar duas apresentações; na sexta-feira dia 7 e no sábado dia 8 de julho.
Como o meu pai apesar de ser na época um aposentado professor de matemática, amava cantar, o convidei para fazer uma participação especial na primeira apresentação com alguns sambas, bossa-nova, italianas, etc.
No final da noite fui conversar com o proprietário e saber se ele gostou da “noitada”. Ele me disse o seguinte;
- Vocês cantam bem, porém para amanhã é necessário mudar o repertório para chamar mais a atenção das pessoas que passam no calçadão e assim entrarem na Pizzaria.
Como não é fácil mudar o repertório de um dia para o outro eu lhe disse que era muito fã do Elvis e que poderia tentar fazer uma apresentação só com canções do Rei do Rock and Roll, e quem sabe assim conseguiríamos chamar a atenção dos passantes. O tal olhou para mim e disse:
- Va bene! Vediamo cosa succede! (Tudo bem! Vamos ver o que acontece).
E assim no dia seguinte preparei uma fita cassete com os playbacks que até então eu tinha (mais ou menos 15 canções). Em relação a roupa (detalhe muito importante quando se trata de Elvis), a minha mãe pegou um calça branca com boca-de-sino que o meu pai havia comprado nos anos 70 na loja Renner que ficava na esquina das ruas Brigadeiro Tobias e XV de Novembro em Sorocaba, e a minha sorte é que no mesmo ano eu tinha mandado fazer uma camisa branca com o corte estilo Elvis, o cinto improvisei e por fim coloquei um par de sapatos brancos. Foi assim o meu primeiro “jumpsuit” (macacão Elvis)!
O meu irmão Adauto Moura foi convocado para ser o técnico do som, apertando “play” e “pause” durante a apresentação.
Confesso que fiquei nervoso no inicio, mas com o apoio e os aplausos fui ficando mais a vontade.
As pessoas que passavam paravam e assistiam. Algumas entravam para sentar nas mesas e pedir uma pizza e “una birra” (uma cerveja). Durante a minha apresentação o proprietário olhou para mim e fez um sinal de positivo.
Foi um momento muito feliz na minha vida, pois estava na realidade realizando um sonho, cantar somente as canções do Elvis. Jamais vou esquecer esse dia tão importante na minha vida e carreira;
A partir deste dia só fiz apresentações no formato daquele que foi, é e sempre será um dos maiores artistas que o mundo já viu: Elvis Presley.
Tudo começou no sábado dia 8 de julho de 2000.